Mar 7th, 2014
Todas as sexta
Mar 6th, 2014
Dreams
Feb 23rd, 2014
Feb 12th, 2014
Jan 19th, 2014
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As vezes me sinto tão racional que me pergunto se ai está minha demência ou a sapiência de querer fugir…

Vejo no silêncio o despautério da ausência quando sinto falta do toque que me conforta em deslumbramentos

Vejo no mar a extensão rude e grotesca daquilo que jamais alcançarei

Vejo no sexo a poesia que cata as minhas obscuridades e lhe trazem cor

No corte da pele o calor de se sentir vivo

Na silhueta do queixo o detalhe delicado de quem espera

Vejo o martelo na expressão infame de alguém ao ver o rasgo reto e proposital rente a bunda da minha calça jeans

Poderia me delongar em detalhes, insinuações e cenouras invisíveis, mas hoje prefiro me ater ao mais intimo ainda.
Quem sabe à busca de um equilíbrio momentâneo casual?

É como se precisasse de ir pra entender o caminho de volta.

Como Frida Khalo uma vez mencionou:
“Pensaram que eu era surrealista, mas nunca fui. Nunca pintei sonhos, só pintei a minha própria realidade.


nota: menção pontual ao texto "Vísceras" de Chuck.

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Elisa Bartlett. “Sobre Razão, Amor e Cenouras Invisíveis.”   (via oxigenio-dapalavra)

(via oxigenio-dapalavra)

Jan 14th, 2014
Esqueci-dos
Dec 2nd, 2013
tiome:

© Alva Bernadine
Nov 27th, 2013

bau-das-palavras:

Não faças versos sobre acontecimentos.
Não há criação nem morte perante a poesia.
Diante dela, a vida é um sol estático,
não aquece nem ilumina.
As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam.
Não faças poesia com o corpo,
esse excelente, completo e confortável corpo, tão…

(Source: infertil)

Nov 22nd, 2013
Nov 20th, 2013
Cravo Steampunk